Esta
é uma época em que muitos ficam com os nervos à flor da
pele. Cerca de 270 pessoas buscam uma das 15 vagas
disponíveis para a Câmara dos Vereadores de nossa cidade, e
5 candidatos pleiteiam a vaga de prefeito. O ânimo de muitos
se exalta, nervosismo e acusações tornam-se comuns.
Lamentavelmente é uma época de muita fofoca, baixaria,
panfletagem e bate-boca. Em algumas regiões do Brasil, onde
o debate é ainda mais acirrado, igrejas se dividem em tornos
de opções partidárias, trazendo rupturas e muita tristeza
para o Corpo de Cristo.
Na semana que vem teremos que fazer nossas opções, se ainda
não as fizemos. Existem bons candidatos que precisam ser
avaliados com seriedade e que faremos bem se neles
colocarmos nossos votos. Pessoas preparadas para o cargo e
função, pessoas com históricos positivos de contribuição
para a cidade e com boa experiência administrativa e pública
para exercer suas funções. Nosso voto é coisa séria.
Não devemos votar porque um determinado candidato está bem
nas pesquisas, e sim porque estamos certos de que ele (a),
será positivo (a) para nossa cidade. Não devemos votar por
constrangimento. Voto é secreto e livre. Não somos obrigados
a dar nosso voto a quem não queremos e não devemos. O tempo
do voto de cabresto já passou, seja pela pressão do coronéis
ou de lideranças religiosas. Nossa liberdade de voto é um
dos maiores direitos democráticos e não podemos abrir mão
dela.
Uma das melhores formas de sabermos como será a pessoa para
quem depositamos nosso voto é olhando sua história. As
pessoas tem a tendência de terem hábitos arraigados e a
reproduzirem seus hábitos e vícios. Old habits die hard!
Que nível de compromisso político esta pessoa tem? Quais são
suas experiências administrativas para governar a cidade?
Que grupos políticos apóiam tal pessoa? Quais são seus
assessores?
Se forem vereadores, alguns outros aspectos devem ser
mencionados, já que trabalharão com leis, elaboração e
aprovação de projetos: Esta pessoa é articulada? Sabe julgar
bem as coisas? Conhece a vida como um todo a ponto de poder
cooperar efetivamente com a cidade? É confiável? Podemos
depositar nela nossa confiança para nos representar na
elaboração e cumprimento das leis de nosso município?
Bem, estas são algumas considerações que devem ser feitas.
De qualquer forma, existem muitas outras que também seriam
positivas.
Ah! Não se esqueça! Obedeçamos ao mandamento de Deus que
diz: “Orai pelas autoridades”. As súplicas do povo de Deus
são extremamente positivas para este momento...